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Engajamento em Campanha Contra o Racismo acontece na UNESPAR Apucarana

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por publicado: 28/04/2026 14h21 última modificação: 28/04/2026 15h05

A Campanha “Vamos repensar nosso vocabulário para uma educação antirracista” promovido pela equipe do NERA-CEDH UNESPAR teve  o apoio e o engajamento dos docentes, estudantes e servidores da universidade. Esta atividade realizada pelas professoras doutoras Marli Elisa Nascimento Fernandes e Tatiane Henrique Sousa Machado e discentes do curso de Serviço Social  foi alusiva ao dia Internacional de Eliminação da Discriminação Racial. O objetivo da ação foi informar à comunidade acadêmica sobre a desconstrução de terminologias com conotação racista que há muito tempo vêm sendo utilizadas de forma naturalizada  e impactaram predominantemente as pessoas pretas e pardas, em decorrência da história de escravidão no Brasil. Inúmeras  palavras utilizadas no vocabulário da língua portuguesa foram sendo incorporadas, reforçadas  pela sociedade brasileira, tornando-se expressões divulgadas ainda nos diversos contextos e espaços. Sabe-se que o engajamento transforma consciência em mudança e este é muito importante pois, quando pessoas e organizações se mobilizam, ampliam vozes marginalizadas, pressionam por políticas públicas e alteram narrativas culturais. Além disso, o engajamento da comunidade acadêmica fortalece redes de apoio, cria espaços seguros para denúncias e promove reparações concretas completou a professora Marli. Ações como essa demonstram o comprometimento da UNESPAR com a ações concretas e contínuas em favor de uma postura antirracista e da promoção do letramento racial, destacou a professora Tatiane. Ressalta-se que esta campanha se estendeu para o Conselho Municipal de Igualdade  Racial da Prefeitura de Apucarana,   recebendo  apoio dos seus membros e, contou ainda com o apoio da Associação Brasileira de Pessoas com Hemofilia (ABRAPHEM). Com isto iniciamos o ano letivo  lembrando Nelson Mandela “Ninguém nasce odiando outra pessoa pela cor de sua pele sua origem ou ainda por sua religião, para odiar, as pessoas precisam aprender. E se podem aprender a odiar, podem ser ensinadas a amar”, concluiu a professora.