Engajamento em Campanha Contra o Racismo acontece na UNESPAR Apucarana
Geral,Ensino
A Campanha “Vamos repensar nosso vocabulário para uma educação antirracista” promovido pela equipe do NERA-CEDH UNESPAR teve o apoio e o engajamento dos docentes, estudantes e servidores da universidade. Esta atividade realizada pelas professoras doutoras Marli Elisa Nascimento Fernandes e Tatiane Henrique Sousa Machado e discentes do curso de Serviço Social foi alusiva ao dia Internacional de Eliminação da Discriminação Racial. O objetivo da ação foi informar à comunidade acadêmica sobre a desconstrução de terminologias com conotação racista que há muito tempo vêm sendo utilizadas de forma naturalizada e impactaram predominantemente as pessoas pretas e pardas, em decorrência da história de escravidão no Brasil. Inúmeras palavras utilizadas no vocabulário da língua portuguesa foram sendo incorporadas, reforçadas pela sociedade brasileira, tornando-se expressões divulgadas ainda nos diversos contextos e espaços. Sabe-se que o engajamento transforma consciência em mudança e este é muito importante pois, quando pessoas e organizações se mobilizam, ampliam vozes marginalizadas, pressionam por políticas públicas e alteram narrativas culturais. Além disso, o engajamento da comunidade acadêmica fortalece redes de apoio, cria espaços seguros para denúncias e promove reparações concretas completou a professora Marli. Ações como essa demonstram o comprometimento da UNESPAR com a ações concretas e contínuas em favor de uma postura antirracista e da promoção do letramento racial, destacou a professora Tatiane. Ressalta-se que esta campanha se estendeu para o Conselho Municipal de Igualdade Racial da Prefeitura de Apucarana, recebendo apoio dos seus membros e, contou ainda com o apoio da Associação Brasileira de Pessoas com Hemofilia (ABRAPHEM). Com isto iniciamos o ano letivo lembrando Nelson Mandela “Ninguém nasce odiando outra pessoa pela cor de sua pele sua origem ou ainda por sua religião, para odiar, as pessoas precisam aprender. E se podem aprender a odiar, podem ser ensinadas a amar”, concluiu a professora.
